Para entender este fato, temos que imaginar que num primeiro momento há uma mudança de paradigmas dentro da própria dinâmica do capital, que produz uma nova forma de se pensar e uma corrida pela ciência, que ratifique e que formule as bases ideológicas do novo sistema.
Num segundo momento ocorre à disseminação do novo paradigma que prevalece sobre o antigo, quando os surgimentos de novas tecnologias justificam e servem para consolidar o mesmo. Surge então uma crença ilimitada no poder transformador das máquinas e na potencialidade das realizações humanas em transformar em todos os aspectos a sociedade e a natureza.
Então fica posto que, o conhecimento produzido em determinada época tem como principal papel social o da justificação e de reproduzir os ideais materializados pelas classes dominantes.
Quando Marx diz [...] que ao produzir seus meios de vida, o homem produz a sua própria vida material e espiritual é a mesma afirmação que Engels coloca em seu texto.quando o mesmo afirma que o trabalho é a condição primordial de toda vida humana, tão fundamental que o trabalho por si só criou o homem.
O pensamento dois foi formulado no século 19, a sociedade e o sistema capitalista, passou por grandes mudanças e consequentemente o trabalho modificou-se, com o surgimento da propriedade privada, a separação social em classes distintas, a divisão social do trabalho,Fordismo, taylorismo, capitalismo financeiro, etc.
Pois bem todos queremos ter uma sociedade mais justa e igualitária, mas como ter esta sociedade se não queremos abrir mão do conforto individual, se queremos manter um modelo econômico baseado na exploração? Um modelo de educação castrador e reprodutor do sistema aviltante que vivemos? Primeiramente então teremos que nos questionar, que tipo de humanidade somos? E que tipo de humanidade queremos?








